Publicado por: Blog do Trio | 18/05/2011

Afinal, qual é a verdade sobre Itaquera?

Nação Corinthiana,

A cada dia fica mais confusa a situação da futura arena alvinegra.

As informações divulgadas na imprensa são desencontradas e o risco de São Paulo ficar fora da abertura da Copa do Mundo de 2014 tem rondado Itaquera.

Em reunião realizada no começo deste ano, Andrés Sanchez prometeu ao Conselho Deliberativo alvinegro que as obras se iniciariam em março.

Logo em seguida, o prazo inicial foi descartado, com a apresentação de diferentes justificativas a cada declaração do mandatário corinthiano.

Tendo em vista o interesse de todas as esferas governamentais na presença da maior cidade do país na Copa – aliado às vantagens de um terreno que já havia sido projetado para tal obra -, os alvarás e licenças necessários  foram obtidas em tempo recorde.

Posteriormente, em uma desastrosa entrevista coletiva, o ex-diretor de marketing Luís Paulo Rosenberg – atualmente designado para cuidar dos assuntos da arena corinthiana – justificou o atraso com a alegação de que “o projeto FIFA é muito peculiar, porque é um projeto vivo, em que as exigências vão aparecendo e as mudanças tem de ser feitas“.

De maneira vaga, Rosenberg descartou a presença da arena corinthiana na Copa das Confederações, afirmando que a empreitada se iniciaria na primeira quinzena de maio.

Novo atraso, nova justificativa e novo prazo ofertado. “Não vai passar de junho“, jurou Rosenberg.

Uma coisa é certa: passados 9 meses desde o anúncio do projeto, as obras ainda não começaram e nem possuem data para começar.

A despeito de uma obra deste porte depender de diversos fatores, sejam eles técnicos de engenharia e arquitetura, legais, administrativos, ambientais, tudo indica que a questão que emperra a construção do estádio é financeira.

Não é novidade para ninguém que o ex-presidente Lula foi o grande intermediário entre a diretoria do Corinthians e a construtora Odebrecht, ajudando a tornar viável o projeto alvinegro e encaixando-o como opção de arena para a Copa de 2014.

A construção do estádio, orçada em R$ 350 milhões, seria bancada através da venda de seus naming rights, que possivelmente seriam adquiridos por empresas com vínculo com o governo federal, como a Petrobrás ou o Banco do Brasil.

O valor restante para a obra seria levantado através de empréstimo junto ao BNDES e/ou através de parcerias com patrocinadores do evento, sob intermédio da FIFA.

Entretanto, o panorama atual da situação mudou bastante.

O valor da empreitada saltou de R$ 350 milhões para R$ 1,07 bilhões, sem alterações estruturais que justificassem seu espantoso aumento.

Não obstante, o clube apresenta dificuldades para encontrar investidores que se disponham a atrelar seus nomes à arena pela quantia requerida.

Vale ressaltar que, com a eleição de Dilma Roussef e o afastamento de Lula do cenário político, Andrés perdeu seu grande parceiro.

A atual presidente já mostrou ter postura muito diferente de seu antecessor, endurecendo sua postura em relação a gastos públicos e não se envolvendo diretamente na construção das arenas para 2014. Portanto, dificilmente teremos uma “Arena Petrobrás Corinthians“, ou algo do gênero.

Além disso, o atual valor da obra supera a linha de crédito do BNDES, que alcança até R$ 400 milhões.

Entretanto, conforme comenta-se no Parque São Jorge, ao contrário do que vem sendo noticiado, o empréstimo junto ao BNDES sequer teria sido requerido pela diretoria do Corinthians. O grande entrave seria referente às garantias que o clube teria a oferecer ao banco.

Tal informação ganha sentido ao analisarmos informação divulgada hoje pelo jornal Folha de S. Paulo, segundo o qual Governo do Estado e Prefeitura teriam negado repasse de verbas para a construção da arena alvinegra.

De acordo com alguns conselheiros do clube, o intuito da diretoria do Timão seria adiar ao máximo o início da construção da arena.

O intuito seria forçar as diferentes esferas do governo, sob medida de urgência, a injetar recursos na obra para garantir a realização da Copa em São Paulo.

Ainda, especula-se que, a fim de acalmar os ânimos, seriam posicionadas máquinas no terreno em Itaquera para movimentar a terra, dando a entender que as obras já teriam se iniciado.

Desta forma, o início da construção se daria efetivamente em meados de outubro/novembro, próximo do período eleitoral no clube. Espera-se que a empolgação do torcedor em torno da empreitada assegure a sucessão do atual mandatário.

Por enquanto, como podemos ver, inexiste pouquíssima informação concreta acerca do assunto. Neste sentido, muitos jornalistas preferem reproduzir declarações a realmente apurar a real situação das obras para a Copa do Mundo.

Tal situação acaba por iludir o torcedor alvinegro, que deve comemorar apenas quando o estádio do Corinthians realmente tomar forma.

E, como não poderia deixar de ser, cabe aos contribuintes fiscalizar e coibir qualquer emprego de recursos públicos que não seja em nome da coletividade.

fabiosallum.blogdotrio@gmail.com

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Responses

  1. Quer saber? Tomara que não saia.

    Já não tenho paciência pra duas coisas na minha vida: libertadores e estádio.

    😀

    Fábio Sallum: Blefe, realmente são assuntos que cansam o torcedor corinthiano.

    Mas cansam principalmente por serem utilizados como instrumento para iludir a Fiel.

    Abraços!

  2. Parabens Sallum pelq clarea e isenao que vc abordou o tema, as questoes estao muifo obscuras e o investimento de verba publica direta ou indiretamente (empresas publicas ou sociedade de economia mistas) e inadmissivel. Nao podemos esquecer que qdo anunciaram a copa no Brasil falaram que nao existiria dinheiro publico para sua organizacao e construcoes de estadios. Nos tratam como idiotas…

    Fábio Sallum: O espírito é exatamente esse, Cadinho!

    Independente do clube para que torcemos, uma coisa é certa: não podemos deixar que nossa agremiação se utilize de dinheiro público.

    Abraços!

  3. xará concordo c/ vc em partes. O atraso se justifica, se é q podemos dizer q o estádio de itaquera esteja atrasado. Quem está atrasado, de fato, é a sede paulista, culpa principalmente dos politicos q deixaram nas mãos do spfc e do comite paulista, recheado de torcedores tricolores, a responsabilidade do estádio paulista p/ a copa. É muito fácil, dizer q o estádio de itaquera tirou sp da copa das confederações, não tirou, vamos aos fatos: o projeto da arena palestra tem 2 anos, só agora parece q vai pegar no breu. O spfc enrolou, 2 anos o COL, a FIFA, c/ projetos de reforma do morumbi, qdo conseguiu emplacar, pulou fora, viu c/ razão q não podia c/ os gastos. Já o projeto de itaquera tem 9 meses, e como vc mesmo disse, conseguiu em tempo recorde as licenças, então, como 2+2=4 eu te digo q o estádio de itaquera não está atrasado.
    Empréstimo de bndes: mesmo q o timão quisesse não iria conseguir o empréstimo antes das licenças, é impossivel, vc já viu alguem solicitar um financiamento s/ ter uma planta aprovada na prefeitura? ou c/ a documentação do terreno irregular? é isso q acontecia, o timão não tinha as licenças e o terreno estava irregular, fato, logo não teria como a diretoria requerer um financiamento do bndes.
    Governo Federal: todos sabiam q o lula sairia do governo, então duvido q o timão ficou “órfão”, todos sabiam q não podiam contar c/ a ajuda do governo federal após jan/11, a não ser q a dilma prometeu ajuda e não cumpriu, lembro q ela andou de mãos dadas c/ o andres durante a campanha.
    Concordo em relação ao blá, blá, blá, de agora, será q ninguem sabia do custo da obra? só agora foram fechar as contas? isso q me deixou chateado, agiram de má fé, agora o problema é da sede paulista, ou fica s/ copa, ou paga a conta, e como corinthiano não quero q o governo pague a conta.
    Minha opinião nunca mudou, desde q o brasil foi eleito sede da copa, a sede paulista deveria ser o pacaembú, melhor estádio paulista disparado, a prefeitura poderia investir, c/ o auxilio do governo do estado, em melhorias nesse estádio, q é da cidade, necessita de investimento, aqule projeto do secretario era viavel, parece q custaria 250 milhões, até não poderia sediar a abertura mas representaria bem a cidade, e depois herdaria uma arena digna para sp.
    Abraços

    Fábio Sallum: Xará, uma coisa é certa: sem a Copa do Mundo, o estádio do Corinthians não sai.

    É importante que o clube aproveite essa oportunidade, desde que consiga recursos com a iniciativa privada.

    Não é preciso ter todas as licenças para solicitar um empréstimo ao BNDES, e sim, ter garantias para assegurar o pagamento do débito.

    O São Paulo tentou empurrar com a barriga a reforma do Morumbi, esperando a injeção de dinheiro público, e caiu do cavalo.

    O Corinthians, ao que parece, planeja agir da mesma forma com a construção de seu estádio.

    Esperava-se no Parque São Jorge que a Dilma seguisse exatamente a mesma política de Lula, que seria o seu “mentor”.

    Entretanto, a situação se mostra – a princípio – bem diferente, de maneira desfavorável a quem deseja se utilizar de dinheiro público para obras particulares.

    Entendo como vergonhoso o Timão se mostrar incapaz de construir um estádio a tempo de disputar a Copa das Confederações.

    Abraços!

  4. A bagaça tá enrolada hein Fábião…. mas na sua opinião, tá em quantos % a chance de não sair o estádio?
    abraços
    Vai Corinthians!!!!!!

    Fábio Sallum: Bota enrolada nisso, Wagnão!

    Eu confesso que nem quero pensar nas possíveis chances do projeto naufragar.

    Vou estimar em 40%, ok?

    Abraços!

  5. Ta cheirando que mais uma vez a nacao corinthiana ira tomar um calote na promessa de ter um estadio.

    Fábio Sallum: Pois é, JP.

    Espero que este cheiro passe logo e as coisas sejam resolvidas logo.

    Mas uma coisa é certa: não podemos nos iludir com tapumes ou máquinas revirando a terra do local.

    Abraços!

  6. poxa fabio, vc. abordou o, tema sem parcialidade, nós conselheiros do CORINTHIANS sabiamos desta empreitada é simplismente eleitoeira só que desta vez os corinthianos votante estão mais espertos, o efeito Ronaldo funcionou uma vez só, mas agora a coisa é mais seria, estão tentando ludibriar 33 milhões de torcedores, torço para termos o, nosso estadio mas em uma situação mais democratica, sem jogadas de efeitos, bem vamos torcer, como torcemos para libertadores, paulistinha e assim vai, um abraço

    Fábio Sallum: Bola, eu tenho medo de que o estádio seja utilizado como cabo eleitoral, como foi a contratação de Ronaldo às vésperas do último pleito.

    Uma arena é uma parte importante do patrimônio de um clube e de sua torcida, não podendo ser utilizado como trampolim político, nem como meio de auferir lucro desmotivado.

    É importante que os conselheiros do clube fiscalizem essa obra, para evitar que a mesma seja transformada em mais um engodo.

    Abraços!

  7. Sallum, 2 perguntas:

    1 – quando o SPFW vai devolver o dinheiro público que usou no estádio deles (panetone morumbi)?

    2 – você acha que a midia #bambipress planta noticia contra o nosso estádio? (vide a noticia que saiu falando que o estádio de Brasilia estava em em obras avançadas, sendo que foi mostrado depois que sequer implodir conseguiram)

    Fábio Sallum: Vamos lá!

    1 – Seria interessanta que o São Paulo devolvesse aos cofres públicos a quantia investida na construção de seu estádio, bem como pagar, com correções, o valor do terreno que recebeu de graça e utilizou por todo esse tempo.

    2 – Acredito que a imprensa esportiva brasileira é muito ruim. Se esforça ao máximo para transformar o São Paulo em um “clube-modelo”, ressaltando suas virtudes e escondendo suas falhas para debaixo do tapete.

    Ao Corinthians é dado tratamento diferenciado, visto que são publicadas – muitas vezes sem que o jornalista cheque a procedência da informação – toda e qualquer notícia que coloque o Corinthians em situação vexatória, pois o Timão vende jornal.

    Acontece que, no que diz respeito ao estádio alvinegro, os veículos de comunicação publicam declarações de dirigentes e/ou políticos sobre o assunto, sem averiguar a veracidade das informações junto às instituições envolvidas.

    Pior é o caso de alguns jornalistas, que prestam verdadeiro serviço de assessores de imprensa, em troca de favores ou furos de reportagem.

    Abraços!

  8. 40% de não sair? lascou….
    quanto ao comentário do Bola, discordo q a diretoria quer ludibriar 33 milhões de torcedores…. na verdade o q ela pode querer ludibriar são os sócios com direito à voto, pq q vantagem ela teria em ludibriar, EU por exemplo?… sou um torcedor comum, não sou sócio, não sou fiel-torcedor, vou pouco à jogos e não frequento o PSJ… q vantagem Maria leva?
    Fábio, vc acha q se o Andres não tivesse contratado o Ronaldo ele perderia? eu apesar de não acompanhar a fundo não acho….
    abraço a todos

    Fábio Sallum: Wagnão, a situação do Andrés antes da contratação do Ronaldo era bem diferente.

    Não digo que ele necessariamente perderia, mas a disputa eleitoral teria ficado mais parelha.

    Abraços!

  9. http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110519/not_imp721257,0.php

    Andrés: ”As obras começam na terça”

    19 de maio de 2011 | 0h 00

    Wagner Vilaron – O Estado de S.Paulo

    Os ares da Bahia jogaram a favor do Corinthians. Comandatuba, uma das regiões mais badaladas do litoral baiano, serviu de palco para as discussões que vão resultar na assinatura do contrato entre o clube paulista e a construtora Odebrecht, passo essencial para que o sonho do estádio alvinegro finalmente saia do papel. Depois de muita apreensão, o acordo: “As obras começam na terça-feira””, revelou ontem Andrés Sanchez.

    O presidente corintiano abriu o jogo à noite, mas à tarde alguns de seus interlocutores circulavam pelo Parque São Jorge sorridentes e confiantes. Sabiam que o acordo era questão de horas.

    E a justificativa para tal animação, justamente em um momento no qual o projeto de Itaquera é extremamente contestado e sofre fortes ameaças de outras capitais interessadas em receber o jogo de abertura da Copa do Mundo de 2014, está na presença de um ilustre corintiano nas decisivas reuniões: o ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva.

    Em Comandatuba, Lula sentou-se à mesa com Sanchez e representantes da construtora. Depois de ter usado seu prestígio e poder, ainda como titular da cadeira no Palácio no Planalto, para o desenvolvimento inicial do projeto, o ex-presidente voltou à cena quando percebeu que a situação poderia desandar. “Quem acha que o Lula está em casa, de pijamas, apenas assistindo à banda passar, está muito enganado”, afirmou à coluna pessoa com bom trânsito na chefia de gabinete da Presidência, em Brasília. “O Lula participou do início deste projeto e vai participar do final também.”

    O principal item da pauta dos últimos encontros foi o desafio de fechar a conta da obra. O orçamento para atender à configuração exigida pela Fifa para receber a abertura do Mundial está em, aproximadamente, R$ 700 milhões. A linha de crédito especial oferecida pelo BNDES é de R$ 400 milhões.

    Em um primeiro momento, a Odebrecht bancaria a diferença de R$ 300 milhões. Em seguida, comentou-se que o poder público poderia se envolver no negócio a fim de garantir São Paulo como palco do momento mais importante do evento, possibilidade que provocou – com toda razão – reações negativas.

    Atualmente, a opção mais viável é a utilização da receita esperada com o “Naming Rights” para cobrir essa diferença. Sanchez e diretores da construtora confidenciaram a parceiros que chegaram ao Corinthians estudos que provam a viabilidade desse dinheiro.

    Perguntar não ofende.
    Alguém se disporia a explicar como um estádio que é projetado para receber a abertura do Mundial pode custar “menos caro” do que outros que passarão por reformas para receber partidas menores?

    Outro tema tão intrigante quanto recorrente e que as autoridades e responsáveis pela organização da Copa simplesmente fingem não existir é o destino do estádio de Brasília. Assusta a naturalidade com a qual essa gente trata o nascimento de um exemplo típico da espécie “elefantiz branquius”.

    Fábio Sallum: João, eu também li a matéria do Wagner Vilaron, que é um ótimo jornalista – e corinthiano também.

    A questão é que a receita com “naming rights” dificilmente seria suficiente para cobrir a diferença na conta.

    É difícil saber atualmente qual seria o poder de decisão de Lula no assunto, que tem se afastado cada vez mais da política nacional.

    Conforme explicado no post, não se admire se forem posicionadas máquinas para revirar a terra de Itaquera.

    Vamos esperar pelo EFETIVO início das obras.

    Abraços!

  10. “…um terreno que já havia sido projetado para tal obra -, os alvarás e licenças necessários foram obtidas em tempo recorde.”
    Hahaha!
    Pra quem é criacionista deve procurar na biblia um trecho dizendo algo do tipo ” e no terceiro dia deus criou um terreno projetado a construção de um estádio” ?

    Sallum, o nome dessa liberação em tempo recorde é corrupção ou qualquer nome que se queira dar a um favorecimento ilicito por parte dos nossos mandatários.
    A análise de um projeto é coisa complexa e como o projeto nem está terminado ainda (falta defiinir até a capacidade do estádio!!!) e a já foi dada a licença alguém está fazendo vista grossa para normas legais.

    Fábio Sallum: Como eu ressaltei, Jair, a facilidade para conseguir parte das licenças decorreu, em parte, das condições do próprio terreno.

    Em outra parte, houve um esforço das esferas de governo para que as licenças e alvarás fossem liberados para viabilizar a Copa em São Paulo.

    A questão do favorecimento ilícito fica no campo das suposições, mas esperamos que tal expediente não tenha ocorrido.

    Abraços!

  11. Fabio, muito interessante esse esquema de ” por umas máquinas para remover a terra”. Isso faz muito sentido. Mas o q vc achou sobre a W Torre se oferecer também para ajudar na construção? Parabéns pelo blog

    Fábio Sallum: Henrique, vejo nessa declaração da W/Torre um pouco de oportunismo, tentando aproveitar os holofotes sobre o assunto.

    Vale lembrar que a construtora está apenas esperando alguma falha no projeto corinthiano para lançar a Arena Palestra Itália como opção para a Copa.

    Não é a questão das máquinas que está emperrando ou atrasando a construção do estádio.

    Antes do projeto atual, a W/Torre já havia apresentado uma maquete de estádio para o Corinthians, a qual não vingou, apesar de ser melhor que o modelo apresentado para o Palmeiras.

    Abraços!

  12. Fala Fábio,

    Sinceramente, não vejo nenhum descalabro em o Estado financiar parte da obra do Estádio, uma vez que a abertura também é um desejo da cidade, e não somente do timão. Na minha humilde visão o Estado poderia sim financiar parte da obra, e em contra-partida exigir do clube retornos sociais do tipo ajudar o Estado eo programas sociais com uso do esporte, tais como integração/recuperação de menores infratores através das escolinhas do clube, criação de algum polo de inclusão digital dentro do estádio para pessoas carentes dentro da área do estádio sem custo para o Estado durante uns 30 anos, por exemplo. Isso sim seria uma parceria público – privada.

    Fábio Sallum: William, essas parcerias são difíceis de serem cumpridas pelos clubes e fiscalizadas pelo Estado.

    Além do mais, o Estado vai investir R$ 350 milhões em obras de infra-estrutura no entorno da arena.

    Abraços!

  13. Fábião, e a nova camisa, o q vc achou?
    merece um post….
    abraços
    Vai Corinthians!!!!

    Fábio Sallum: Só pra variar um pouquinho, lançaram uma camisa polêmica!

    Vou escrever sobre ela, Wagnão!

    Abraços!

  14. Espirito moto-blogueiro financiado foi detectado,ativar um anti-virús melhor.

    Fábio Sallum: Aqui não temos mesa branca pra receber espírito nenhum.

    Como qualquer torcedor indignado que presencia essa arrastada e confusa novela, resolvi me manifestar.

    Se anda tendo problemas com entidades, sugiro um bom exorcista.

    Abraços!

    Amigo Corinthians 100, abra os olhos para a realidade!!!!!
    Abs,
    Aurélio


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