Publicado por: Blog do Trio | 02/03/2011

A Guerra das TVs!

Amigos do Blog do Trio,

Nos últimos dias, o noticiário esportivo tem apresentado as intrincadas negociações referentes aos direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro no triênio 2012-14.

Após anos de monopólio da Rede Globo nas transmissões esportivas, o Clube dos 13 resolveu abrir uma licitação transparente e equalitária entre todas as emissoras interessadas no produto.

Contrariada – e já apalavrada com alguns clubes que ameaçam se desfiliar da entidade -, a Globo se retirou da licitação e informou que negociará os direitos de transmissão separadamente.

A alegação da Globo foi a de que o formato adotado não lhe seria rentável, conforme afirma a nota abaixo divulgada (clique na imagem para ampliar):

Escorada na Igreja Universal, a Rede Record, que era a principal interessada na licitação do Clube dos 13, também divulgou uma nota cutucando a rival, informando que pretende negociar diretamente com os times de futebol:

A Rede Record vem a público expressar preocupação com as reações ao modelo de negociação proposto pelo Clube dos 13. O formato foi desenvolvido como consequência de um acordo entre o Clube dos 13 e o CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica). Pelo que foi acertado, cláusulas que caracterizavam o favorecimento a um monopólio e impediam a participação de outros concorrentes de forma democrática e transparente foram proibidas.

O modelo anterior impôs aos clubes brasileiros o endividamento e a perda sucessiva de seus maiores talentos para outros países. Alguns clubes brasileiros passam meses sem parceiros patrocinadores porque camisas, luvas, bonés e até placas publicitárias são evitadas ou encobertas nas transmissões esportivas. Ainda existem alguns clubes brasileiros que simplesmente são ignorados durante a temporada e passam semanas sem que seus jogos sejam transmitidos.

A carta convite enviada pelo Clube dos 13 contempla uma concorrência transparente, séria, com regras claras. O documento exige propostas entregues em envelopes fechados e pressupõe declarar vencedor aquele que fizer a melhor proposta financeira para todos os clubes. O modelo é semelhante ao estabelecido pelo Comitê Olímpico Internacional para a disputa de direitos dos Jogos Olímpicos. A Record detém os direitos de transmissão exclusivos dos Jogos Olímpicos de 2012, em Londres. Fez a melhor proposta e venceu. O mercado publicitário brasileiro – de forma ousada – correspondeu ao investimento da Rede Record e cobriu todos os custos de direitos e transmissão, além de gerar lucros. Parte do pacote olímpico já foi visto no Brasil com a premiada e pioneira cobertura esportiva dos Jogos de Inverno de 2010, de Vancouver, no Canadá. Prova inequívoca de que a Record quer inovar no esporte, tem apoio do mercado publicitário e retorno expressivo em audiência.

Este ano, em outubro, faremos o mesmo com os Jogos Panamericanos de Guadalajara.

A proposta do Clube dos 13 rompe com as obscuras negociações que favoreciam o monopólio e descaracterizavam a concorrência, impondo aos clubes valores e limitações exigidas pelos eternos favorecidos.

A Record reafirma o desejo de participar da concorrência do Clube dos 13, se os associados estiverem em acordo e unidos em busca de propostas que ofereçam alternativas para o torcedor brasileiro, melhorem arrecadações e ampliem a possibilidade de surgimento de novos patrocinadores.

Mas se os clubes desejarem uma negociação em separado, optando por outro modelo, a Record também pretende apresentar proposta, desde que as negociações sejam feitas seguindo padrões de transparência e regras claras. Ou seja, com a garantia de que a melhor proposta para a televisão aberta terá preferência.

Esta é a forma que a Record encontra para contribuir com a evolução e o desenvolvimento do futebol brasileiro, proporcionando ao torcedor acesso livre e gratuito ao esporte preferido da nação.”


São Paulo, 02 de março de 2011
CENTRAL RECORD DE COMUNICAÇÃO

Com isto, a licitação do Clube dos 13, que já havia sido aprovada pelo Cade, restou completamente prejudicada.

Os próximos meses prometem uma intensa disputa entre as emissoras, que deverá ganhar ares mais sérios com dossiês de todo o gênero e possíveis acionamentos da Justiça.

A questão é: será que o consumidor brasileiro – o real interessado nesse fuzuê todo – será beneficiado com essa disputa?

fabiosallum.blogdotrio@gmail.com

http://twitter.com/FabioSallum

http://www.formspring.me/FabioSallum

Anúncios

Responses

  1. Pois é Fábião.. e a oposição do Corinthians já está do lado da Record… vou te falar uma coisa, tá dificil de acompanhar os bastidores viu… bando de sangue-sugas tanto da situação quanto da oposição… a verdade é uma só, o Corinthians será sempre um time pequeno com uma enorme e apaixonada torcida pq os q poderiam fazê-lo grande só querem se aproveitar dele e se eternizar lá dentro, as vezes com o poder e outras vezes atacando quem está no poder e correndo atrás para estar de novo no poder…
    o baguio é de enojar…
    abraços
    Vai Corinthians!!!!!!!!!!

    Fábio Sallum: Wagnão, na verdade a oposição não está do lado de ninguém.

    Vi a entrevista do Roque Citadini e a questão principal é: o Timão deve buscar a melhor proposta financeira ou decidir de acordo com a conveniência dos dirigentes?

    Não sou a favor da Globo e nem da Record.

    Apenas espero que o clube receba a valorização e a visibilidade que lhe convém, sendo que é um dos principais – se não, o maior – pólos de atração do futebol brasileiro.

    Desta forma, deve receber uma quantia que esteja à altura da receita que proporciona à emissoras que transmitem seus jogos.

    Abraços!

  2. Sallum, você leu essa reportagem do R7?

    Oposição do Corinthians pressiona Andrés e diz que vai barrar privilégio na venda dos direitos de transmissão

    Citadini não aceita ”contrato obscuro” e derruba argumentos contra concorrentes da Globo

    Marcos Rogério Lopes, do R7.

    O líder da oposição do Corinthians, Antonio Roque Citadini, afirmou que os conselheiros não vão aceitar o favorecimento a uma das emissoras na venda dos direitos de transmissões dos próximos Campeonatos Brasileiros. Segundo ele, se o presidente do clube, Andrés Sanchez, não obedecer a regra de que “quem pagar mais, leva”, sua situação vai ficar “insustentável” no Parque São Jorge.

    Como especula-se que Andrés seria favorável à atual detentora das transmissões, Citadini está dizendo, na prática, que, “se os valores divulgados na imprensa estão corretos”, o presidente não pode fechar os Brasileiros de 2012, 2013 e 2014 com a Rede Globo, que, em comparação com as adversárias na disputa, estaria disposta a dar menos dinheiro para manter os direitos. Em outras palavras, o principal opositor da administração corintiana defende a Rede Record ou a RedeTV, decididas a pagar mais.

    – Se o Andrés não fizer assim [escolher a melhor oferta], vai ter que justificar aos conselheiros e aos torcedores porque o clube recebeu menos quando poderia encher os cofres.

    Pelo estatuto corintiano, qualquer contrato de grande valor – que envolva investimentos ou entrada de recursos – assinado pelo presidente precisar ser submetido ao conselho do clube e ao Cori (Comitê de Orientação), órgão do qual Citadini é presidente. Ele também é conselheiro vitalício e o mais influente cabo eleitoral do candidato de oposição Paulo Garcia nas eleições que ocorrem no fim deste ano.

    – E esse contrato obrigatoriamente tem de ser transparente. Número em cima de número. E não há argumento contra os números.

    Os valores que as TVs pretendem dar não foram divulgados oficialmente e só devem surgir a partir do próximo dia 11, data em que o Clube dos 13 começa a receber as propostas. Em seu edital, a entidade definiu lance mínimo para TV aberta de R$ 500 milhões por ano. O problema é que quase todos os integrantes, por não concordarem com o modelo de licitação (que mantinha, entre outras coisas, recursos bem parecidos para grandes e pequenos times), resolveram negociar sozinhos, sem contar com o C-13. É o caso dos quatro times do Rio, que puxaram o bloco dos dissidentes, além de Corinthians, Coritiba, Cruzeiro, Grêmio, Palmeiras e Santos.

    Enquanto a Globo descarta negociar com o Clube dos 13 e quer se sentar com cada clube separadamente, a Record aceita participar tanto da negociação coletiva, com a entidade, quanto com cada agremiação individualmente.

    Citadini acredita que times como Flamengo e Corinthians precisam receber mais do que as outras equipes, com torcidas menores.

    – Por pressão da TV, o C-13 estabeleceu uma forma de distribuição de dinheiro que tentou igualar times grandes e pequenos, o que sempre foi prejudicial ao Corinthians, que precisa brigar para receber mais. Na Espanha, por exemplo, a diferença entre o que ganham Barcelona e Real Madrid dos demais é enorme, descomunal.

    No comunicado oficial em que o Corinthians anunciou seu desligamento do Clube dos 13, em 23 de fevereiro, Andrés não citou os valores que o time recebia nas negociações como um problema, mas sim “uma série de desmandos administrativos” que teriam sido praticados.

    Briga política
    A ênfase que a oposição dá aos valores das propostas também tem suas razões – e não é só a de encher os cofres, como diz Citadini. Nos bastidores do clube, dá-se como certo que Andrés só tirou o Corinthians do C-13 para satisfazer a Rede Globo, que não teria como cobrir a oferta apresentada pela Record. Para tentar inviabilizar a negociação que estava bem encaminhada, decidiu discutir sozinho como e para quem venderia os jogos dos Brasileiros de 2012 a 2014. Os opositores temem ainda que, ao se juntar à atual líder de audiência, o presidente alvinegro eleve sua projeção e ganhe força no Parque São Jorge.

    .- Não vai haver contrato obscuro. Isso nós não vamos admitir. Os benefícios precisam estar bem claros, expostos de uma forma que todo mundo compreenda.

    Por achar estranha a forma como Andrés abandonou o C-13, a oposição cogitou proibir o desligamento, o que seria discutido em uma reunião do Cori nos próximos dias. A ideia foi abandonada após a debandada de clubes da entidade: não havia mais sentido cobrar que o Corinthians se mantivesse associado. De qualquer forma, os pontos duvidosos não deixaram de ser abordados.

    Para Citadini, alguns dos argumentos pró-manutenção da atual emissora se mostram fracos e indefensáveis. E é nisso que ele pretende insistir com os conselheiros alvinegros.

    – O que se diz muito, por exemplo, é que a Globo daria mais visibilidade aos times, por ter maior audiência, mas isso é facilmente derrubado. Se quem comprar os direitos passar os jogos mais cedo, no horário nobre [o que vem sendo prometido pelas concorrentes], a audiência vai aumentar e elevar a projeção e o faturamento das equipes.

    Outro ponto questionado por ele é o de apenas a Globo ter atualmente canais de pay-per-view, o que enfraqueceria as concorrentes.

    – Nada impede, de acordo com as atuais regras, que se venda para uma emissora a transmissão em TV aberta e, para outra, os jogos em pay-per-view.

    Roque Citadini foi braço direito do ex-presidente Alberto Dualib e se afastou em 2005, quando o clube fechou a polêmica parceria com o fundo de investimentos MSI, do iraniano Kia Joorabchian. Desde então, tem se mantido longe dos holofotes na gestão Andrés Sanchez, que também não fez nenhum esforço para tê-lo por perto.

    Fábio Sallum: Jaime, concordo com as declarações do Roque Citadini sobre a questão.

    O Corinthians deve lutar pelo melhor contrato, ou seja, o que lhe renda mais dinheiro.

    Apenas não gosto do tom político que a reportagem adota.

    Abraços!

  3. Para variar, já existe um culpado pelos momentos conturbados por que passa o futebol brasileiro: o Corinthians.

    A inveja que a grandeza e o carisma corinthiano provocam faz com que o time da Fiel seja habitualmente escolhido como o bode espiatório dos males do meio futebolísticos ou além (já pensaram se, por acaso, fosse o Corinthians, e não a Juventus de Turim, a ser 10% de propriedade do ditador líbio Muammar Kadhafi? Provavelmente grande parte da imprensa brasileira estaria histériica, instando o Conselho de Segurança da ONU a decidir por uma intervenção armada no Parque São Jorge…).

    Em síntese, o caso que rivaliza com a convulsão líbia no noticiário brasileiro diz respeito a uma disputa Globo x Record pelos direitos de transmissão do futebol pentacampeão do mundo.

    Pode-se apontar como pontapé inicial dessa disputa a eleição para a direção do Clube dos 13, ocorrida em abril de 2010, que terminou com a reeleição de Fábio Koff, derrotando o candidato Kléber Leite, apoiado pela CBF ( CBF coligada há tempos com a Globo; CBF e Globo que são os dois grandes bastiões do carioquismo, lutando contra uma inexorável decadência da importância e da influência da Cidade Maravilhosa, determinada pela perda da condição de capital federal para Brasília, em 1960).

    O principal cabo eleitoral de Fábio Koff foi o presidente do SPFC, Juvenal Juvêncio. A posição do presidente sãopaulino provocou muitas interrogações, pois ele abandonava a confortável condição de então aliado da CBF , “comprando briga” com a entidade e trazendo riscos para a então consolidada candidatura do Morumbi a estádio de abertura da Copa 2014 (com os conhecidos resultados fulminantes das pretensões sãopaulinas…).

    Hoje, parece claro: por trás da então surpreendente posição do folclórico presidente sãopaulino estava Julio Casares – dublê de expoente do departamento de marketing do SPFC e de integrante da alta cúpula diretiva da Rede Record.

    À parte a conhecida arrogância de Juvenal Juvêncio, bem como algumas de suas atitudes e posturas que dão a impressão de adotadas em estado de alteração psíquica por alguma substância química, surge cristalina a explicação de que o dirigente sãopaulino acabou sendo induzido, por Julio Casares, a apoiar um candidato que seria mais interessante para a Record no momento da renovação do contrato de transmissão televisiva, Fábio Koff, do que o globalizado candidato apoiado pela CBF, Kléber Leite.

    Pela Record, Julio Casares e Juvenal Juvêncio colocaram em risco, e terminaram por prejudicar, o São Paulo.

    Voltando ao Corinthians: onde é que o time da Fiel entra nisso tudo? Pode-se dizer que no começo de 2009, quando da realização de mais um clássico contra o São Paulo, no Morumbi. Rompendo um acordo tácito de décadas, o São Paulo decidiu levar às últimas consequências sua condição de mandante da partida e dono do estádio, destinando apenas uma pequena quantidade de ingressos (cerca de 10% do total) para a imensa torcida corinthiana. A decisão sãopaulina foi anunciada em tom de deboche e de provocação aos “sem estádio” corinthianos. Para piorar, os corinthianos ficaram confinados em uma parte do estádio criminosamente concebida, assemelhada a uma arapuca, o que resultou em impressionante incidente com dezenas de feridos, alguns em estado grave.

    A partir daí, o Corinthians parece ter despertado de décadas de letargia frente a desrespeitos, maledicências e insultos. O Corinthians parecia um gigante subjugado, um King Kong acorrentado, explorado e humilhado. De repente, o desrespeito ultrapassou todos os limites. O gigante se ergueu. Arrebentou as correntes. Urrou. Todos se surpreenderam, e parecem cada vez mais assustados com a força que esse gigante passou a demonstrar que tem.

    Deixando a expressividade dessas imagens de lado, o que acontece é que o Corinthians passou a reivindicar papel compátivel com o seu real poderio nas coisas do futebol brasileiro. O sucesso nesse intento pode ser creditado, em grande parte, a dois fatores: primeiro, os laços estreitos que ligam o presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, ao até há pouco presidente do Brasil, o superprestigiado Lula; segundo, e principal, a esperteza maquiavélica do presidente da CBF, Ricardo Teixeira, que trouxe para perto de sí, e de sua causa (e da Globo), o poderoso, ressentido e subrepresentado (nas coisas do futebol brasileiro) Corinthians.

    Concluindo, quem começou essa bola de neve, quem abriu essa caixa de Pandora, foi o São Paulo, defendendo interesses menos seus e muito mais da Record. Ao final da atual tormenta, chegaremos a um novo cenário do futebol brasileiro. Um cenário que afigura-se de maior compatibilidade entre a quantidade de cifrões e a real grandeza dos clubes. De maior justiça, portanto, do que o atual cenário.

    Não haverá, por fim, nenhum “culpado” por todo o ocorrido. Haverá, sim, um errado: o SPFC, que perdeu o Morumbi na Copa 2014 e terá desgastado sua imagem, devido a um mix de soberba e de ingenuidade, expresso através de seu atual (até quando?) presidente, Juvenal Juvêncio.

  4. Fala xará!!!
    Irmão, minha opinião é muito parecida a sua, porém há um detalhe q poucos falam, algo q é bem nitido. Tenho a impressão q o processo do C13 tem sido dirigido para a rede record, processo esse q é conduzido por um conselheiro sãopaulino, se bem ou mal não sei, mas tenho essa impressão. Tem mais, a rede record conta no seu quadro de diretores outro sãopaulino, esse mais envolvido ainda c/ o clube, já q faz parte da diretoria do clube também, logo, meu amigo, isso p/ mim, se torna um conflito de interesses.
    Não confio em ninguem nesse meio do futebol, ninguem é santo, a midia adora pintar o andres sanches como vilão, porém p/ mim, ele não é o único vilão, todos tentam puxar a sardinha p/ seu lado, beneficiar sempre o seu clube. Lembro q até pouco tempo o jj era opositor o fabio koff, de repente, c/ um piscar de olhos, ele se tornou vice presidente da chapa, e após eleição colocou seus “homens” a frente do processo mais importante do C13.
    Por q o diretor do C13 teve q ligar p/ a rede record avisando sobre o agil a favor da globo?
    Acho q essa de quem “pagar mais leva” é errado. É logico q os patrocinadores dos clubes preferem a globo. O q adianta receber mais da rede record e qdo for negociar c/ os patrocinadores receber menos? poucos comentam esse detalhe. Um cenario: a rede record ganha e daqui 2 anos anuncia q não quer mais “brincar”, quem não tem interesse pelo televisionamento, como ocorre c/ muitos programas da emissora. O q vai acontecer c/ os clubes? vão voltar p/ a globo abanando o rabinho, como cachorrinho faz?
    E tem mais, sou a favor do corinthians negociar sozinho, ou no máximo c/ o flamengo de parceiro. Por q o timão tem q carregar os outros nas costas? por q spfc e sep recebem o mesmo do timão, q é disparado o time mais televisionado de sp? não é justo, o time q tem mais jogos na grade tem q receber mais. Por q o C13 não faz um estudo p/ avaliar a cada marca (clube), individualmente? e se já fez, por q não utiliza esses estudo p/ a divisão das cotas?
    O q ocorre meu amigo é q o timão só é tratado como parceiro na hora de dividir os lucros, o dinheiro, qdo a bola rola é tratado como inimigo por todos, basta ver o q ocorreu no BR-10, onde clubes q não tinham nada a ver c/ a decisão fazia questão de atrapalhar o timão, enquanto o fluminense tinha sua vida facilitada.
    Hoje, em relação a futebol digo, p/ mim todo mundo é inimigo, não assisto jogos de outros times, torcer então, jamais, eu sou corinthians e basta, negócios? negocie sozinho, não existe C4 em sp, nem C13, é corinthians e pronto.
    Um abraço

    Fábio Sallum: Xará, eu acredito que, numa licitação com um produto tão valioso como o futebol, deve sim ter o sistema de “quem pagar mais, leva”.

    Não acredito que o futebol tem mais audiência porque é visto na Rede Globo.

    Se formos analisar os números do Ibope, podemos ver claramente que a novela das 9 alcança uma média de 30 pontos, mantendo a emissora isolada na liderança.

    Em relação aos jogos de futebol, a audiência da Globo alcança uma média de 17 pontos, deixando a muito próxima das demais emissoras.

    O que podemos ver é que o fato de determinado jogo ser transmitido na emissora carioca não lhe atribui mais interesse ou audiência.

    Vale lembrar que a Record chegou a atingir a liderança na audiência quando transmitia os jogos da Champions League – o que motivou a Globo a comprar os direitos de transmissão do referido campeonato.

    Em relação ao medo de que tal emissora resolva não transmitir mais o futebol, acredito que não passa de mera balela.

    Para evitar tal situação, basta que seja determinada em contrato a quantidade de jogos a serem transmitidos por mês ou por semana.

    Não sou favorável a nenhuma emissora. Sou favorável ao Corinthians receber o valor que seja correspondente ao interesse que sua marca atrai.

    Quanto ao estudo que você salientou, acredito que não seja interessante ao Clube dos 13 verificar o valor individual de cada clube.

    Entendo que o Timão deva negociar separadamente os direitos de transmissões de seus jogos.

    Porém, da mesma forma, acredito que os clubes devem possuir autonomia para constituir uma liga independente, sem se submeter à CBF.

    Os clubes deveriam deixar certas picuinhas de lado, se unindo para defender os interesses de todos.

    Abraços!

  5. Devia mesmo passar na rede vida!!!! Muito melhor qque globo ou record!! Viva a Rede Vida!!! Viva a Família brasileira!!
    Thomas Turbano

    Fábio Sallum: Assim como a Universal, a Igreja Católica também tem bastante dinheiro.

    Podiam aparelhar melhor a Rede Vida.

    Abraços!

  6. Fábião, eu espero q a oposição não esteja do lado de ninguém, mas não acredito… na minha opinião (o q eu entendi na entrelinhas) é q ela já se manifestou do lado da Record só pq o Andres (do meu ponto de vista acertadamente) rompeu com o C13….
    Mas vamo ver o q vai dar…
    Abraços

    Fábio Sallum: Wagnão, eu não vi ninguém da oposição manifestando preferência pela emissora X ou Y.

    Da mesma forma, acredito que o presidente do clube não deveria fazer isso.

    Devemos analisar cada proposta friamente, ver a viabilidade de cada emissora e pensar no melhor para o Corinthians.

    Anseios pessoais devem ficar fora da mesa de negociação.

    Abraços!


Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

Categorias

%d blogueiros gostam disto: