Publicado por: Blog do Trio | 12/02/2010

Estréia na medida!

SPFC 2×0 Monterrey

Crédito: Gaspar Nóbrega/VIPCOMM

Nação Tri-Mundial,

Se o futebol não foi jogado o futebol dos sonhos, a estréia do Tricolor na Libertadores cumpriu seu papel.

Jogando em casa, conseguimos os 3 pontos!

Exceção feita a Dagoberto no ataque, fomos em campo com o que, em tese, temos de melhor.

Rogério Ceni; Jean, Renato Silva, Xandão, Miranda e Jorge Wagner; Richarlyson, Hernanes e Cléber Santana; Marcelinho Paraíba e Washington.

O time entrou em campo, visivelmente, nervoso pela estréia.

Tal qual com os torcedores, os jogadores também sabem o que estrear “em la copa” pelo Tricolor.

Na primeira etapa o time errou muitos passes (também visivelmente prejudicado pelo estado do gramado do Morumbi), chegando, por vezes, a se ver ameaçado pelos mistão do time Mexicano.

Entretanto, salvou o gol de Washington.

Gol “feio”, gol de artilheiro (na verdade, a bola foi tocada para o gol pelo zagueiro Mexicano).

Gol de jogador que, ao que tudo indica, encarnou o espírito da Libertadores.

Fico feliz em ver que minha comemoração quando da renovação do contrato do coração valente não era em vão.

Já na segunda etapa Ricardo Gomes acertou a marcação. Renato Silva passou a cobrir a lateral direita, e aí, se não criamos lá muitas chances, não sofremos qualquer risco por parte do Monterrey.

Washington, novamente em um gol de artilheiro que sabe se colocar na área, fechou o placar. Após escanteio batido por Hernanes, Jorge Wagner desvia de cabeça e o coração valente, muito bem colocado, apenas empurra para o gol, liquidando a partida.

 

Crédito: Gaspar Nóbrega/VIPCOMM

 

Outro destaque ficou pela estréia de Cicinho. Se, tecnicamente, o lateral não teve a oportunidade de mostrar muita coisa, vale o destaque por sua força de vontade.

Cicinho chegou da Europa na manhã de quarta, após 12 horas de viagem.

Mesmo assim, fez questão de entrar na partida.

Com certeza, tem muito a mostrar na equipe.

 

Cicinho apresenta a camisa 23. Crédito: Gaspar Nóbrega/VIPCOMM

 

Outro destaque da partida foi Xandão.

Jogando sério, sem brincar, o zagueiro vai mostrando que chegou para ser titular da equipe. Ao lado de Alex Silva e Miranda, deve reeditar outra grande zaga no São Paulo.

Fica claro que essa equipe tem muito potencial para evoluir.

Ainda temos jogadores se recuperando de contusão, e o desentrosamento é visível.

Das estréias nas últimas Libertadores essa é a que mais me anima.

O time vem se mostrando guerreiro, batalhador, com a cara da competição.

Espero que Ricardo Gomes tenha a sabedoria necessária para fazer jogar bola o excelente elenco que tem nas mãos.

 

Torcida:

Lamentável foi a “briga” entre a arquibancada azul e a Torcida Independente.

Acho errado xingar algum jogador da equipe.

Pode até não gritar o nome. Mas xingar, não.

Entretanto, o meu São Paulo precisa sim da Torcida Independente.

É inegável que é a Torcida quem incentiva o time (claro, sempre puxando o resto do estádio).

É inegável que é a Torcida quem acompanha o time, onde quer que ele vá jogar.

Tenho certeza que muitos daqueles do azul que disseram que “o meu São Paulo não precisa de você” nunca assistiram um jogo do São Paulo fora do Morumbi.

Portanto, vamos com calma nas palavras.

Ademais, jogador nenhum “merece” essa discórdia entre torcedores.

Somos todos São-Paulinos, e, juntos, vamos comemorar as conquistas do Maior do Mundo.

E deixemos que a torcida do Goiás se encarregue de enaltecer ou xingar certos jogadores.

Pois parece que o negócio deve, sim, sair.

Aurélio Camargo

aurelio.camargo@blogdotrio.com.br

Siga-me no Twitter: http://twitter.com/aureliocamargo

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Responses

  1. Não entendi a questão da torcida….

    Quem estava no estádio, sabe do que eu estou falando.
    Abs,
    Aurélio Camargo

  2. Tocedor organizado é tudo bandido.

    Mesmo quando apoia, ainda deve se procurar erradicar a sua presença nos estádios.

    E para quem não gosta do Richarlyson, é bom lembrar que a independente já mandou o Kaká embora, além de ja ter perseguido o Luis Fabiano e até o Rogério Ceni.

    Gabriel,
    Sou contra generalizações.
    Acho que não é bem assim.
    Abraços,
    Aurélio Camargo

  3. A Torcida Independente é preconceituosa. Não grita o nome do Richarlyson por causa de sua opção sexual. Isso é fato.

  4. Aurélio,

    São lamentáveis as suas tentativas de colocar panos quentes nas atitudes preconceituosas e maldosas da Torcida Independente. Por mais que ela apóie o time, como vc mesmo faz questão de destacar (…) tal fato não justifica e não a isenta de culpa.

    O preconceito precisa ser banido do futebol. A Torcida Independente, no todo ou em parte, também. Torcedor pode apoiar, cobrar, reclamar…mas nunca agredir fisica ou verbalmente um jogador.

    abs,
    João

    João,
    como eu disse, não concordo com a atitude da torcida em xingar qualquer jogador que seja.
    Abs,
    Aurélio

  5. Que interessante…justo meu comentário não foi respondido. Não devo ser bem vindo aqui.

    Não frequentarei mais o blog!

    Abraços!

    Caro Diogo,
    Procuro responder a todos os comentários.
    Infelizmente, por vezes, acabo não tendo tempo para faze-lo.
    Saiba que vc é muito bem vindo aqui no Blog. Tanto que já respondi a inúmeros comentários seus.
    Abraços,
    Aurélio Camargo

  6. Como diria Helio dos Anjos: ” nada pior que macho com ciúmes”……..
    Diogo, va procurar o que fazer……


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